Quarta-feira, Novembro 30, 2005

Eles estão de volta!





É verdade! Os dinossauros do rock voltam a Portugal já no próximo ano.
O regresso, cuja data já se encontra confirmada no site oficial da banda (www.rollingstones.com), está marcado para dia 12 de Agosto de 2006, no estádio do Dragão.
Assim, os portugueses voltam a ter uma grande oportunidade de rever a banda de Mick Jagger e Keith Richards que, recorde-se passou por Portugal aquando da celebração dos seus 40 anos de carreira, em Setembro de 2003.
Recorde-se também, que pela altura da celebração dos 40 anos, a banda afirmou que, na altura a presente tour, seria a última da sua carreira. No entanto, provavelmente, a paixão pela música não deixou os Stones baixar as 'armas' e em 2005 brindaram os fãs com um novo trabalho intitulado "A bigger bang".

Com o lançamento do novo albúm a banda adiava então o seu já muito badalado final, voltando assim à estrada para mais uma tournée mundial.
Segundo Keef este album é o mais importante desde "Exile on Main Street". Não só pelo retorno da dupla Keith/Jagger no que toca à composição (praticamente) integral do albúm, mas também pela força que este deu na recuperação de Charlie Watts, que se debateu durante algum tempo com um cancro.


O Palco




O palco, desta vez, é o estádio do Dragão, no Porto.
Depois das passagens por Alvalade e Coimbra, o regresso dos dinossauros dá-se agora no Porto.
O estádio foi construído em 2003, com objectivo de fazer parte dos estádios do Euro 2004 e também de renovar o velhinho estádio das Antas.
Tem uma lotação de 55 mil lugares (sentados) que, na altura do evento, deve rondar os 60/65 mil lugares, sendo que alguns deles serão no relvado (plateia em pé).



O palco é grandioso, a banda é enorme.
O espectáculo também o será, certamente!

Sábado, Novembro 19, 2005

Beauty and the Beast



À esquerda Lemmy Kilmister, vocalista (aquilo é cantar?) e baixista dos Motörhead.
À direita Steve Vai, guitarrista com uma vasta carreira, tanto a solo como enquanto membro de outras bandas (das quais Whitesnake e Frank Zappa são as de maior sucesso). O Jimi Hendrix do século.

Sexta-feira, Novembro 18, 2005

"Já te sentiste metal hoje?" - Parte II




E de novo temos o nosso 'amigo' H, guitarrista dos Maiden.

Bem, este 'rapazinho', com aquele ar pacato e totalmente metal, não pára de surpreender...
Digam lá que a higiene auditiva não é importante, ainda para mais no meio musical?

Connosco, de novo... H! O homem metal!

Quinta-feira, Novembro 17, 2005

"Já te sentiste metal hoje?" - Parte I




Mais uma 'crónica' para o sítio do costume.
Esta acerca dos momentos 'metal' de cada um de nós.

E o momenro metal de hoje é proporcionado pelo Adrian Smith, guitarrista dos Maiden.
Digam lá: ir ao McDonald's (ou algo do género) e pagar com 50€ não é metal?
Completamente metal! Excêntrico! H!
E reparem na T-shirt da 'Marshall' como que a dizer "Eu sou músico, não me conheces?".
Os óculos e o ar de "Sou bom e tenho 'massa'"...
E pensar que foi considerado adorador do Demo.

Segunda-feira, Novembro 14, 2005

Hellrider




Rob Halford, a voz dos Judas Priest de 74 a 93 (mais coisa menos coisa) e 2003 até aos dias de hoje.
Muito estilo, grande presença em palco, bom gosto estético, é gay!

Já alguém dizia que os carecas o são... (não é?)

Sexta-feira, Novembro 11, 2005

Hard-Rock Blues




Eis o mais recente ídolo aqui do jovem!
Leitores e leitoras: Eric Sardinas, himself!

Proveniente dos recantos obscuros da América (ok, esta parte está cá apenas porque eu não sabia como começar), influenciado por vários artistas, e estilos musicais, eis o homem que aliou o rock (hard-rock) aos blues. Com uma guitarra acústica de resonador, com algumas modificações feitas pelo próprio (que a certa altura decidiu fazer um buraco na guitarra que comprou aos 13 anos de idade para lhe adicionar um pickup), um slide de metal, e um dedilhado fantástico, Sardinas revolucionou, pelo menos para os que o conhecem, o estilo blues.
E pronto, a quem queira saber um pouco mais deixo o seguinte endereço .

Mas o melhor é mesmo ouvir um duisquinho do homem, ele é mesmo uma "fera"...

Segunda-feira, Novembro 07, 2005

November Rain



"'Cause nothin' lasts forever
Even cold November rain"

Ao menos, para não agravar tanto a crise, durante o mês de Outubro já choveu alguma coisa e esperemos que Novembro também seja um mês de chuva. Queremos um "November Rain", com o solo do Slash no meio do mar e tudo!

Não só porque faz falta, mas também, tal como os dias raiados de sol, os dias chuvosos têm a sua beleza e são bons para ficar em casa a dormir e compor...

Boas chuvadas!

Domingo, Novembro 06, 2005

Uma boa companhia...



...em qualquer altura!

Seja responsável, admita que já bebeu!

Porque foste, Vai?



4 horas: uma entrada de uma hora com uma bela sardinhada que deixou água na boca, três horas seguintes de luzes e, sobretudo, muita acção e som!

Foi no dia 4 de Novembro que Lisboa foi, novamente, presenteada com a presença de um dos melhores, e mais importantes, guitarristas da actualidade (e que certamente já é eterno): senhoras e senhores... STEVE VAI!!!

Cheguei à Aula Magna de Lisboa por volta das 19/19.30. Primeiramente fiquei espantado com a quantidade de gente que se encontrava já à porta da Magna, superando, muito largamente, as minhas expectativas sobre o impacto que este senhor da musica tem no nosso país (em relação à sua carreira a solo).
Às 20 as portas exteriores da Magna de Lisboa lá abriram lentamente, não sabíamos nós que mais meia hora nos esperava, já dentro do recinto e em frente às portas que levavam à sala de espectáculos propriamente dita.
20.30, lá entramos. Uns minutinhos e lá chegou a mítica vontade da jolinha antes do início do espectáculo, mas isso fica cá para mim...
21! Eric Sardinhas! Perdão, Sardinas...
O americano fez jus à famosa expressão "kick some serious ass". Cheio de energia, com uma presença em palco fantástica, Sardinas mostrou-nos toda a sua arte musical, muito baseada em slides, melodias cristalinas ou uns slides rasgados, desde os blues a uma sonoridade algo progressiva, com um final estonteante que começou com uma saida de palco, uma volta atraves da plateia, regresso ao palco, slides com uma garrafa de cerveja e um final puramente Hendrixiano com o palco em chamas e a guitarra a arder. Fantástico!
Sai Eric, entram os técnicos, aproveita-se para recuperar energia enquanto se preparava a entrada de um verdadeiro Gentleman.
Uma voz surgiu a anunciar Steve Vai, as luzes apagaram por completo, ouvi-se um som de baixo e eis que aparece Steve Vai, guitarra de dois braços nas mãos, um lenço na cabeça e um vestuário que fazia lembrar um samurai.
E lá estava o guerreiro com a sua arma!
Depois de dois temas (se não me engano), surgiu o primeiro agradecimento e o diálogo com o público. E aqui começava a notar-se a arte de comunicar, que não está presente apenas através da guitarra mas também na voz de Vai. Apresenta a banda, faz umas piadas com Prince e canta, em falseto, o refrão de "Little red corvette", e voltamos à música.
O tempo ía passando, Steve desfilava, dançava, movia-se ao som da sua guitarra com uma sensualidade enorme, um estilo muito rock'n'roll e uma ventoínha (?) que insistiu ao longo da noite em levantar-lhe o cabelo (tudo conjugado para o fazer brilhar, na noite que era dele).
Mas, ao contrário do que se esperava, talvez, a noite não foi de Steve, mas de todos os presentes na sala. A interacção muito bem disposta constante com o público, os solos que proporcionou a todos os músicos da sua banda, o dueto com o baterista, o retorno de Sardinas para uma jam, como lhe chamou, o encore, For the love of god, o sentimento de que estava prestes a acabar, o final, e Steve, claramente emocionado a agradecer ao público português, com uma mão sobre o coração. Uma noite inesquecível que deixa água na boca... Steve, Vai mas volta!